A Gravação: o ponto de vista da Direção de Arte II
O segundo tema importante de ser abordado são os objetos de cena.
Muitos dos objetos de cenas que utilizamos na redação do jornal, encontramos na própria Universidade Metodista, entrando em contato com o pessoal da Higiene, que também cuidam da mobília que não é mais utilizada nos espaços da faculdade.
Quero muito agradecer ao seu Luis, ao Kleiton, a Célia e aos funcionários que nos ajudaram a transportar todo o material para o estúdio.
Outras pessoas que merecem ser muitíssimo agradecidas são os nossos pais, nossos avós, tio, tias, chefes e amigos, que nos emprestaram objetos, nos ajudaram a carregar as coisas por quatro andares de escadas e estavam lá as 23:30 da noite nos ajudando a desproduzir tudo.
E claro, todas as pessoas que compraram a nossa rifa universitária.
Após todos os agradecimentos, vou explicar a composição dos cenários.
Para a casa da Clorinda, utilizamos 1 sofá de quatro lugares, uma poltrona, duas mesas (uma de centro e uma para o telefone), cortina, toalhinhas de mesa, 2 vasos de flores, carpete, tapete, telefone, porta retrato, 1 rádio Telefuken, disco e um cobertor.
Para a redação do jornal, utilizamos 3 mesas, 9 cadeiras, 1 arquivo, 2 persianas verdes, 6 máquinas de escrever, 2 luminárias, 1 quadro de cortiça, 1 ventilador, grampeadores, jornal (muito jornal), lixeiras, lápis, porta lápis, telefones, 1 caneca, clips, cigarros e mais.
Utilizamos matérias de jornal em preto e branco coladas nas paredes para caracterizar o ambiente, pois as redações de jornais da década de 1970 tinham muitos recortes colados na paredes.
Duas das mesas da redação eram de plásticos e foram revestidas com papel contact de madeira, o que facilitou o transporte das mesas e o custo.
(Fotos em breve)
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